O que fazer em meio à tribulação?

Sermão 11
Tema: O que fazer em meio à tribulação?
Texto: Salmo 118. 1- 29
Autor: Pr. Esdras Cabral de Melo

Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. Diga, pois, Israel: Sim, a sua misericórdia dura para sempre. Diga, pois, a casa de Arão: Sim, a sua misericórdia dura para sempre. Digam, pois, os que temem ao SENHOR: Sim, a sua misericórdia dura para sempre. Em meio à tribulação, invoquei o SENHOR, e o SENHOR me ouviu e me deu folga. O SENHOR está comigo; não temerei. Que me poderá fazer o homem? – Salmo 118. 1-6

INTRODUÇÃO: No hebraico se chama Sêfer Tehillin – livro dos louvores. É o poema adaptado para música. O salmo é considerado o hinário nacional dos israelitas, é o livro mais terapêutico de toda a Bíblia.

O propósito desse livro é:
1.    Revelar o espírito de devoção a Deus
2.    Divulgar as profecias messiânicas a todas as nações
3.    Convidar outros povos a louvar ao eterno Deus

Teologia devocional do livro dos salmos
Revelar todas as dimensões da vida humana ao logo dos seus 150 cânticos. Dor, sofrimento, alegria, derrota, angústia, tristeza, traição, soberba, vitória, espera, paciência, adoração, ingratidão, covardia, céu, inferno, pecado, flora, fauna, amor, ódio, paixão, adultério, perdão, fidelidade, confiança, justiça, solidão, silêncio, companheirismo, benção, maldição, fortalezas, fraquezas, coração ferido, coração restaurado.

Para o príncipe dos pregadores Charles Spurgeon, que dedicou 20 anos de sua vida em examinar a grandeza deste livro nos diz “ Grande tesouro de Davi, jamais encontrei na terra repositório mais rico. Abençoados são os dias dispendidos em meditar, prantear, esperar, crer e exultar com Davi...”

Obs. Os salmos é a pura realidade da vida humana com e sem Deus.

A música evangélica hoje: O louvor da atualidade exulta mais o homem do que Deus. São músicas cantadas na 1ª pessoa do singular e com refrão de vingança.

Os bons hinos de cunho teológico são inesquecíveis para as nossas almas:
...as vozes de milhões de anjos não poderiam expressar a gratidão do meu pequeno ser...
...entrei no templo dobrei o meu joelho para conversar com o meu Senhor...
...Senhor atente a minha oração, necessitado sofrendo estou guarda a minha alma da tentação...
...o pai eu queria tanto ver o meu Senhor descer vindo mim buscar...
...És fonte que jaz sobre o abismo, és a fonte dos mananciais, és o doce barulho das águas...


O salmo 118. Este salmo de ação de graças exultante era cantado pelos adoradores em procissão para o templo de Jerusalém. Um reconhecimento da angústia passada e o livramento pelo Senhor.
Traduz a vitória militar empreendida pelo salmista com a ajuda de Deus. É também um salmo messiânico conforme os versos 22 ao 29 – a pedra fundamental da salvação.

O que fazer em meio à tribulação?
O texto aborda a trilogia da verdadeira existência da vida humana cheia de aflições, batalhas e vitórias.

1.    Em meio à tribulação - Literalmente no Heb. Lugar apertado, cercado, acuado, sitiado, Vs. 11 “cercaram-me  de todos os lados. Em campo de batalha nenhum exercito gosta de ficar sitiado

·         Mas existem lugares apertados que transpõe qualquer comparação física. São os apertos da alma que na vida de muito não tem suportado.
·         O aperto da tribulação na alma humana levam as pessoas em busca de qualquer coisa para livrá-lo do aperto. Mas qualquer coisa não pode resolver.

Aperto de ordem EMOCIONAL – recorrem a auto-ajuda
Aperto de ordem RELIGIOSA – recorrem aos pseudos santos protetores. 
Aperto de ordem ESPIRITUAL -  recorrem a magia negra

2.    Invoquei o Senhor – O verso 8 diz – “melhor buscar refúgio no senhor do que confiar no homem”. Esta é a atitude, mais sensata, verdadeira e eficiente que um atribulado pode fazer. Invocar o nome do senhor.

Invocar o Senhor em meio às tormentas –  Mt. 8. 26 a tempestade no mar da galileia
Invocar o Senhor em meio às perdas e danos – Jó 1. 21 a confiança de Jó em Deus
Invocar o Senhor em meio à solidão e abandono – Sl. 121.1 Davi e a certeza em Deus

3.    O senhor me ouviu e me deu Folga – Ele ouve a Oração dos justos, necessitados e atribulados. Ainda que demore do ponto de vista humana, mas a resposta vem. Foi o que aconteceu com o Profeta Daniel 10. 12. A espera de 21 dias

Me deu folga – livrou-me, salvou-me. Disse ao senhor ao profeta Jeremias “clama a mim e responder-te-ei coisas grandes e firmes que tu não sabes”.

Você gostaria de tirar uma folga de suas tribulações e angústias? Então clame. Invoque o Senhor e confie em Deus e em suas Preciosas Promessas!

              MEU SOFRIMENTO NÃO ME IMPEDE DE ACREDITAR NA SOLUÇÃO DIVINA...





LANÇAMENTO OFICIAL NA REUNIÃO DA COMADALPE



TIVEMOS NO DIA 28 DE NOVEMBRO O PRIVILÉGIO DE LANÇAR O LIVRO SOBRE A BÍBLIA NA REUNIÃO DA NOSSA COMADALPE CONVENÇÃO DE MINISTROS DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ABREU E LIMA PRESIDIDA PELO PR. PR. ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS

LANÇAMENTO - BÍBLIA A HISTÓRIA POR TRÁS DA BÍBLIA


ESCOPO DO LIVRO

E com a grata satisfação que apresentamos ao público acadêmico de história e teologia e a todos os que se interessam pela sua temática. Bíblia, a história por trás do livro. Uma investigação histórica da formação da Bíblia.

Não, não é mais um livro de bibliologia com suas abordagens praticamente prontas carecendo de fundamentação histórica dos capítulos que desenvolveram ao longo dos séculos a formação da Bíblia Sagrada.

Nossa proposta neste livro talvez seja inédita na sua criação e elaboração. Descobrimos que há muito por se dizer da história por trás da Bíblia. Fizemos uma investigação histórica de como foi o processo de formação das Escrituras bem como sua preservação até os dias hodiernos.

Este livro embasado na ciência histórica, responderá questionamentos, que há tempo os biblicistas buscam em obtê-las. Tais como:

  • Você conhece a história da origem e formação da Bíblia?
  • Você sabe quais foram os instrumentos de escrita da Bíblia, como era a tinta e como ela era preparada?
  • O que realmente significa biblos? E qual é a história por trás desse nome?
  • E sobre a língua, você sabe qual sua origem e como ela surgiu?
  • Você sabe a definição e a diferenciação de: tradução, tradução literal e transliteração?
  • Você conhece o texto utilizado para a tradução da sua Bíblia: Receptus, Crírico ou Majoritário?

Esses e outros questionamentos, você encontrará neste livro, feito para pessoas como você, que não se contenta com meias verdades.

ESDRAS CABRAL DE MELO - É Pastor da Assembleia de Deus, Convenção Abreu e Lima PE. Doutor em Psicanálise Aplicada da Educação e Saúde. Mestre em Teologia. Pós-Graduado em Antropologia na UFPE, em Metodologia do Ensino Superior, em História das Artes e das Religiões e Ensino de História pela UFRPE. Formado em História e Teologia. Palestrante Educacional e Motivacional na Docência da Rede Pública de Ensino das Prefeituras e do Estado de Pernambuco. Escritor, Educador, Historiador e Teólogo. Também Promove Seminários e Simpósios Relacionados às Ciências Humanas.

LANÇAMENTO - BÍBLIA, A HISTÓRIA POR TRÁS DO LIVRO


SINOPSE DO LIVRO: CONFLITO DO JOVEM CRISTÃO



CONFLITO DO JOVEM CRISTÃO – UMA CONVERSA SOBRE AS QUESTÕES DO MOMENTO

O título proposto para esse livro: Conflitos do Jovem Cristão, foi fruto de diversos congressos e encontros de jovens cristãos em diferentes Estados do nosso País, mais dois, realizados na Alemanha e um, na Suíça. As temáticas solicitadas pelos pastores, coordenadores e dirigentes da juventude, para seus eventos, sempre se voltava para: Comportamento Cristão: Relacionamentos Amorosos; Sociedade Pós-moderna; Redes Sociais; Juventude Vencendo o Presente Século; Ditadura homofóbica; Sexualidade Cristã; Ideologia de Gênero etc.

Propus-me a estudar e aprofundar-me sobre nessas questões tão conflituosas, principalmente quando se dão a elas conotações e significados totalmente divergentes do que se propõem em seu objetivo. Nossa juventude precisa estar atenta a essas novas ideologias que estão invadindo e infectando diversas culturas e instituições sociais na tentativa de aniquilar o direito e a dignidade humana dos que se mantêm sob a ética dos princípios e padrões bíblicos. 

Não há como ficarmos apáticos a todas essas mudanças que estão acontecendo diante de nossos olhos. É preciso se posicionar e manifestar nossa indignação contra aqueles que atacam, desrespeitam e ferem os nossos valores que resolvemos livremente escolher para servir de  regra, conduta e fé em nossas vidas.

Sabemos que o título desse livro merecia mais abordagens temáticas, como temas e subtemas. Porém, selecionamos o que julgamos ser mais conflitantes para a nossa juventude cristã. São cinco capítulos selecionados para explicar, municiar e encorajar nossa juventude a estar em pé de igualdade para participar e discutir em qualquer palestra, seminário ou fórum de debates sobre esses temas tão atuais.

Os jovens cristãos devem ser mais leitores e participativos desses fóruns de debates, seja em escolas, faculdades, universidades, entidades governamentais e não governamentais,  plenárias municipais, estaduais e federais. É hora de tirar aquela ‘‘imagem’’ de que ser cristão é ser inocente, pacato, ignorante, alienado, é viver em outro mundo. Os adjetivos são muitos. A recomendação Paulina para o jovem Timóteo e para os jovens de hoje é: ‘‘ Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. ’’ (2.Tm. 2.15).

Esse versículo foi o texto áureo na minha vida quando cursava História na Universidade. Vários foram os debates e discordâncias de certos ensinos de professores que queriam zombar da Bíblia. Mas como um Jovem de Deus, sem vergonha do evangelho e manejando a palavra de verdade, pude refutá-los com graça e sabedoria. Jovem, o que você está esperando? 

TEMÁTICAS: Nosso mais novo livro tem como objetivo informar e municiar a juventude cristã sobre os conflitos existências e os temas polêmicos que a sociedade tem abordado - ficadas e ficantes, sexo e sexualidade, por que os jovens caem nas drogas, ditadura homofóbica, ideologia de gênero, grupos de rock: suas letras e mensagens, mito do gene gay, gravidez na adolescência, prazeres e riscos, relacionamento homoafetivo, relacionamentos verticais e horizontais, sociedade dos sem compromissos, problema e cura para a solidão, distinção entre amor e paixão, enquetes para os jovens, como somos taxados pelo GLBT e outros temas atuais.




REFERÊNCIA:
Extraído do livro: Conflitos do Jovem Cristão: Uma Conversa Sobre as Questões do momento. Autor Esdras Cabral de Melo. Editora Valer em parceria com Palavra de Vida. Manaus AM. 2015
DIMENSÃO DO LIVRO: 23 X 16 
QUANTIDADE DE FOLHAS: 108 FLS

QUANTIDADE DE CAP: 5 CAP.

ANTROPOLOGIA TEOLÓGICA - 1 PARTE




Antes de discutir o assunto mesmo deste capítulo, é preciso ponderar brevemente se é correto usar a palavrahomem para referir-se a toda a raça humana (como no título deste capítulo). Algumas pessoas hoje contestam veementemente o uso da palavra “homem” para representar a raça humana em geral (incluindo homens e mulheres), pois alegam que tal costume desrespeita as mulheres. Os que fazem essa objeção preferem que, para nos referir à raça humana, usemos exclusivamente termos “neutros” como “humanidade”, “seres humanos” ou “pessoas”.

B. Por que o homem foi criado?

1. Deus não precisava criar o homem, mas nos criou para a sua própria glória.

Deus nos criou para a sua própria glória. Na análise da independência divina, observamos que Deus se refere aos seus filhos e filhas das extremidades da terra como aqueles “que criei para minha glória” (Is 43.7; cf. Ef 1.11-12). Portanto, devemos fazer “tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).
Esse fato garante a relevância da nossa vida. Percebendo que Deus não precisava nos criar, e que não precisa de nós para nada, poderíamos concluir que nossa vida não tem a menor importância. Mas as Escrituras nos dizem que fomos criados para glorificar a Deus, indicando que somos importantes para o próprio Deus.

2. Qual o nosso propósito na vida?

O fato de Deus nos ter criado para a sua própria glória determina a resposta correta à pergunta: “Qual o nosso propósito na vida?” Nosso propósito deve ser cumprir a meta para que Deus nos criou: glorificá-lo. Quando falamos com respeito ao próprio Deus, eis aí um bom resumo do nosso propósito. Mas quando pensamos nos nossos próprios interesses, fazemos a feliz descoberta de que devemos nos alegrar em Deus e encontrar prazer no nosso relacionamento com ele. Diz Jesus: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10.10). Davi diz a Deus: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.11).

 

C. O homem à imagem de Deus

1. O significado de “imagem de Deus”.

De todas as criaturas que Deus fez, só de uma delas, o homem, diz-se ter sido feita “à imagem de Deus”.  O que isso significa? Podemos usar a seguinte definição: o fato de ser o homem à imagem de Deus significa que ele é semelhante a Deus e o representa.

2. A queda: a imagem de Deus se distorce, mas não se perde.

Podemos nos perguntar se é possível conceber que o homem, mesmo depois de pecar, ainda écomo Deus. Essa pergunta é respondida ainda no início de Gênesis, onde Deus dá a Noé a autoridade de estabelecer a pena de morte para o homicídio logo depois da enchente; Deus diz: “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem”(Gn 9.6). Mesmo sendo os homens pecadores, ainda resta neles bastante semelhança a Deus, tanto que assassinar outra pessoa (“derramar o sangue” é uma expressão do Antigo Testamento que significa tirar a vida humana) é atacar a parte da criação que mais se parece com Deus, e revela uma tentativa ou desejo (se isso fosse possível ao homem) de atacar o próprio Deus.  

3. A redenção em Cristo: a recuperação gradual da imagem de Deus.

No entanto, é animador abrir o Novo Testamento e ver que nossa redenção em Cristo significa que podemos, mesmo nesta vida, gradualmente crescer cada vez mais na semelhança de Deus. Por exemplo, Paulo diz que como cristãos temos uma nova natureza, que “se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (Cl 3.10). À medida que vamos crescendo no verdadeiro conhecimento de Deus, da sua Palavra e do seu mundo, começamos a pensar cada vez mais os pensamentos que o próprio Deus tem.

4. Na volta de Cristo: a completa restauração da imagem de Deus.

A admirável promessa do Novo Testamento é que, assim como somos hoje como Adão (sujeitos à morte e ao pecado), também seremos como Cristo no futuro (moralmente puros, jamais sujeitos à morte de novo): “Assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial” (1Co 15.49). A plena medida da nossa criação à imagem de Deus não se vê na vida de Adão, que pecou, nem na nossa própria vida hoje, pois somos imperfeitos.

5. Aspectos específicos da nossa semelhança a Deus.

Embora tenhamos argumentado acima que seria difícil definir todos os aspectos em que somos semelhantes a Deus, podemos assim mesmo mencionar vários aspectos que nos revelam mais parecidos com Deus do que todo o restante da criação.

ASPECTOS MORAIS

(1) Somos criaturas moralmente responsáveis pelos nossos atos perante Deus.

(2)Correspondente a essa responsabilidade, temos um senso íntimo de certo e errado que nos separa dos animais (que têm pouco ou nenhum senso inato de moralidade ou justiça, mas simplesmente reagem ao medo do castigo ou à esperança da recompensa).

(3) Quando agimos segundo os parâmetros morais divinos, nossa semelhança a Deus se espelha numa conduta santa e justa perante ele, mas, por outro lado, nossa dessemelhança a Deus se revela sempre que pecamos.

ASPECTOS ESPIRITUAIS

(4) Não temos somente corpos físicos, mas também espíritos imateriais, e podemos portanto agir de modos significativos no plano de existência imaterial, espiritual. Isso significa que temos

(5) uma vida espiritual que possibilita que nos relacionemos pessoalmente com Deus, que oremos a ele e o louvemos, e ouçamos as palavras que ele nos diz. Animal nenhum jamais passou uma hora absorto em oração intercessória pela salvação de um parente ou de um amigo! Vinculado a essa vida espiritual está o fato de possuirmos

(6) imortalidade; não cessaremos de existir, mas viveremos para sempre.

ASPECTOS MENTAIS.

 (7) Temos a capacidade de raciocinar e pensar logicamente e de conhecer o que nos distingue do mundo animal. Os animais às vezes exibem conduta admirável na solução de complicações e problemas no mundo físico, mas certamente não se ocupam do raciocínio abstrato — não há algo como a “história da filosofia canina”, por exemplo, nem nenhum animal desde a criação evoluiu na compreensão de problemas éticos ou no uso de conceitos filosóficos, etc.

(8) O uso que fazemos da linguagem complexa, abstrata, nos distingue dos animais. Pude pedir ao meu filho de quatro anos de idade que fosse pegar a chave de fenda grande e vermelha lá na caixa de ferramentas no porão. Mesmo que jamais a tivesse visto antes, poderia facilmente executar a tarefa, pois já conhecia os significados de “ir”, “pegar”, “grande”, “vermelha”, “chave de fenda”, “caixa de ferramentas” e “porão”.

(9) Outra diferença intelectual entre seres humanos e animais é que temos uma noção de futuro distante, até um senso íntimo de que sobreviveremos à nossa morte física, senso que a muitos proporciona o desejo de tentar mostrar-se retos diante de Deus antes de morrer (Deus “pôs a eternidade no coração do homem”, Ec 3.11).

(10) Nossa semelhança a Deus também se percebe na criatividade humana em áreas como a arte, a música e a literatura, e na engenhosidade científica e tecnológica. Não devemos pensar que essa criatividade se restringe aos músicos ou artistas mundialmente famosos; também se reflete de maneira muito bela nas peças ou brincadeiras inventadas pelas crianças, na destreza que há no preparo de uma refeição, na decoração de um lar ou no cultivo de um jardim, e na criatividade exibida por todo ser humano que conserta algo que simplesmente não funcionava bem.

 (11) No aspecto das emoções, nossa semelhança a Deus se percebe numa grande diferença de grau e complexidade. É claro que os animais também exibem algumas emoções (qualquer pessoa que já tenha tido um cachorro certamente se lembra de evidentes expressões de alegria, tristeza, medo de castigo diante do erro, raiva se outro animal invade seu “território”, contentamento e afeto, por exemplo). Mas na complexidade das emoções que vivenciamos, novamente somos bem diferentes do resto da criação.

ASPECTOS RELACIONAIS

Além da capacidade única de nos relacionarmos com Deus, há outros aspectos relacionais ligados à imagem de Deus.

(12) Embora os animais sem sombra de dúvida tenham alguma noção de comunidade, a profundeza de harmonia interpessoal que se vivencia no casamento humano, numa família humana que funcione segundo os princípios divinos, e numa igreja em que a comunidade de crentes ande em comunhão com o Senhor e uns com os outros, é muito maior do que a harmonia interpessoal vivenciada pelos animais. Na nossas relações familiares e na igreja também somos superiores aos anjos, que não se casam nem geram filhos nem vivem na companhia dos filhos e filhas remidos de Deus.

(13) No próprio casamento, espelhamos a natureza de Deus no fato de os homens e as mulheres gozarem de igualdade de importância mas diversidade de papéis, desde que Deus nos criou.

(14) O homem é como Deus no seu relacionamento com o restante da criação. Especificamente, o homem recebeu o direito de reger a criação, e quando Cristo voltar receberá até autoridade para julgar os anjos (1Co 6.3; Gn 1.26, 28; Sl 8.6-8).

ASPECTOS FÍSICOS

Será que em algum aspecto o corpo humano faz também parte daquilo que significa ser criado à imagem de Deus? Certamente não devemos pensar que nosso corpo físico implica que Deus também tem um corpo, pois “Deus é espírito” (Jo 4.24), e é pecado concebê-lo ou retratá-lo de algum modo que sugira que ele tem um corpo material ou físico (ver Êx 20.4; Sl 115.3-8; Rm 1.23). Mas ainda que não devamos em hipótese nenhuma considerar que nosso corpo físico implica que Deus também tem corpo físico, será que assim mesmo em alguns aspectos nosso corpo não reflete algo do caráter do próprio Deus, constituindo portanto parte daquilo que significa ser criado à imagem de Deus? Isso é certamente verdadeiro em alguns aspectos.

(15) nosso corpo físico, em vários aspectos, reflete também algo do próprio caráter de Deus. Além disso, muitos movimentos físicos e demonstrações das habilidades recebidas de Deus se fazem por meio do uso do corpo. E certamente

(16) a capacidade física que Deus nos dá de gerar e criar filhos semelhantes a nós (ver Gn 5.3) é um reflexo da própria capacidade divina de criar seres humanos semelhantes a ele.

6. Nossa grande dignidade como portadores da imagem de Deus. Seria bom se refletíssemos mais freqüentemente na nossa semelhança com Deus. É provável que fiquemos surpresos ao descobrir que quando o Criador do universo quis fazer algo “à sua imagem”, algo mais semelhante a si do que todo o resto da criação, ele nos criou. Essa descoberta nos dá um profundo senso de dignidade e importância, pois passamos a refletir sobre a excelência de todo o restante da criação divina: o universo estrelado, a terra abundante, o mundo das plantas e dos animais e os reinos dos anjos são admiráveis, magníficos mesmo. 

POR QUE DEVEMOS EVANGELIZAR?

TEXTO BÍBLICO 1 Co 9:16
Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho! 

“Meu destino é proclamar a mensagem, sem me importar com as conseqüências pessoais para mim mesmo.” (Zinzendorf)
Algumas pessoas não fazem o trabalho porque não sabem fazer, outras não fazem porque não querem fazer, outras fazem, porém sem obter sucesso, e outras fazem e são bem sucedidas porque fazem de maneira correta.

I)      É UMA ORDEM IMPERATIVA DO SENHOR. (Mc 16:15; 1 Co 9:16, Ec 9:10).
1.  Quem não se dispõe a ir, está cometendo pecado de omissão, e esta é a razão porque muitos não tem sido abençoados por Deus.
2.  Deus não pode assumir compromisso com quem não quer se comprometer com Ele.
3.  Aqueles que dizem não ao IDE do Senhor, demonstrar estar servindo de oposição dentro do reino de Deus.
4.  Para o apóstolo Paulo, esta obrigação era tão séria que ele disse: “... AI DE MIM SE NÃO ANUNCIAR O EVANGELHO.” Foi Jesus quem  disse : “Dai-lhe vós de comer...”(Mc 14:16)  “Vai trabalhar na minha vinha...”(Mt 21:28) “De graça recebeste, de graça dai...”(Mt 10:8).
5.  Disse Spurgeom: “Ganhar almas deveria ser a principal atividade de todo crente verdadeiro.” Para isto ele nos salvou, (1 Pe 2:9).
6.  Temos uma dívida, (Rm 1: 14,15).

II)    É UMA HONRA E GRANDE PRIVILÉGIO SER EMBAIXADOR DA PARTE DE DEUS, (2 Co 5:20)
 “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus”. Ver referência em Atos, quando os discípulos se alegraram por ter apanhado durante o trabalho de evangelização. (At. 16)

III) HAVERÁ UMA RECOMPENSA PARA QUEM PREGA O EVANGELHO INCANSAVELMENTE. (1 Co 15:58; Rm 14:12; Gl 6:7; Cl 3:23,25; 1 Co 3:11-15).
 “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo”.( 2 Co 5:10,11)
1.  No dia da prestação de contas, vai comparecer diante do Tribunal de Cristo três grupos diferentes:
(1)   O grupo cujas mãos estão vazias . Há um hino na harpa cristã que diz : “Posso tendo as mãos vazias, com Jesus eu me encontrar, quantas almas poderia, ao Senhor apresentar?...”
(2)   O grupo com as mãos cheias, porém de palha, feno e madeira. São aquelas pessoas que fazem o trabalho, porém querem receber honras aqui, aplausos, reconhecimentos, glória.
(3)   O grupo que tem nas mãos: prata, ouro e pedra preciosa. Estes irmãos, são aqueles que com  a semelhança do jovem que  deu cinco pães e dois peixes, para Jesus alimentar uma multidão, mas até hoje permanece no anonimato. É bem provável que os maiores galardões no Céu, será para os que fizeram muito para Deus e não apareceram, porque fizeram para Glória do NOME DO SENHOR.

IV)   PORQUE TODOS OS QUE ESTÃO EM COMUNHÃO COM CRISTO, COMO VARAS LIGADAS NA VIDEIRA, TEM QUE PRODUZIR FRUTOS. (Jo 15:5,16; Mt 7:19)
1.  Quando no coração do cristão, não há nenhum desejo pela salvação dos perdidos, é porque talvez este cristão não experimentou a salvação ainda.
2.  Eu sempre tenho dito, que uma das evidências da nossa salvação, é o forte desejo que temos de levar pessoas a Cristo.
3.  “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.” ( Jo 4:14 )

V)    PORQUE GANHAR ALMAS É UM DESAFIO. (Mt 18:12,13).
“Se algum homem tiver cem ovelhas, e se alguma delas se desgarrar, não irá pelos montes... em busca da que se desgarrou?” De todos os desafios para a igreja, este deve ser o maior, conquistar almas.
1.  Um desafio que vem do Céu ( Is. 6:8,9; Jo 15:16; Mt 4:19 ).
2.  Um desafio que vem da Terra ( Gn 4:9,10 ).

VI)   PORQUE GANHAR ALMAS É UMA OPORTUNIDADE PERMANENTE.
” Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” (Atos 4:20 )

VII)  PORQUE GANHAR ALMAS É UMA CONDIÇÃO PARA O CRESCIMENTO DA IGREJA.
“E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja  aqueles que se haviam de salvar”, (Atos 2:47).
1.  Não há crescimento espiritual, nem quantitativo, quando a igreja cai em um estado de comodismo e se conforma com o fato de não estar sendo produtiva.
2.  Uma igreja sem novos convertidos é como uma mulher estéril, que sofre algum tipo de anormalidade. Filhos espirituais, filhos na fé é sinal de saúde da igreja.

3.  Quando a igreja se propõe a ganhar almas para Jesus, ela cresce em todas as direções. Mesmo porque, igreja só é Igreja quando sua prioridade como missão é ganhar os perdidos para Deus.

PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO


TÍTULO DO LIVRO: CONFLITO DO JOVEM CRISTÃO - Uma Conversa Sobre as Questões do Momento.

DIMENSÃO DO LIVRO: 23 X 16 

QUANTIDADE DEFOLHAS: 108 FLS

QUANTIDADE DE CAPÍTULOS: 5 CAP.

VALOR PROMOCIONAL 30,00 (JÁ INCLUSO A TAXA DE CORREIOS)

SINOPSE: Nosso mais novo livro tem como objetivo informar e municiar a juventude cristã sobre os conflitos existências e os temas polêmicos que a sociedade tem abordado - ficadas e ficantes, sexo e sexualidade, por que os jovens caem nas drogas?, ditadura homofóbica, ideologia de gênero. grupos de rock: suas letras e mensagens, mito do gene gay, gravidez na adolescência, prazeres e riscos, relacionamento homoafetivo, relacionamentos verticais e horizontais, sociedade dos sem compromissos, problema e cura para a solidão, distinção entre amor e paixão, enquetes para os jovens, como somos taxados pelo GLBT e outros temas atuais.

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